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sábado, 30 de julho de 2011


Dia do Estudante

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quinta-feira, 28 de julho de 2011


Dia dos Pais

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Confecção do álbum dos pais

Capa
Pintar o sol e colar  papel dourado em volta.
 Pintar a moldura do quadro e pedir à criança que e desenhe ou cole a foto do pai.
 Peça à criança que desenhe ou cole gravura no balão do presente que ela queira dar ao papai.
 Pintar o coração de vermelho e colar papel laminado da mesma cor. A ilustração da cor que preferir.
 Com esponja de banho, passe guache de qualquer cor na sola do pé esquerdo das crianças e peça-lhes que pisem no papel.
 Peça às crianças que façam um colorido bem bonito e escrevam o nome delas.
Depois do álbum pronto reuna as páginas colando  ou colocando espiral.











quarta-feira, 27 de julho de 2011


CARTAZES ESCOLARES PARA IMPRIMIR

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terça-feira, 26 de julho de 2011


suas vira lei e vai ajudar combater fome e miséria

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Sistema de assistência social vira lei e vai ajudar a combater miséria A presidenta Dilma Rousseff sancionou lei que cria o Sistema Único da Assistência Social (SUAS) e transforma proteção social em política de Estado. Lei define e deixa clara a responsabilidade de municípios, estados e governo federal no apoio a crianças, idosos e portadores de necessidades especiais. Segundo presidenta, SUAS será 'determinante' para programa de erradicação da miséria dar certo.


BRASÍLIA – A lei que cria o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) foi sancionada nesta quarta-feira (06/07) e entrará em vigor nesta quinta, ao ser publicada no Diário Oficial da União. Com o SUAS transformado em lei – o sistema já existia, mas graças a um ato jurídico frágil, cuja manutenção só dependia do governo de plantão -, a proteção social ganha status de política de Estado e forçará prefeitos, governadores e presidente a cumpri-la.

A lei define e deixa claro o que municípios, estados e governo federal estão obrigados a fazer para prestar assistência a crianças, adolescentes, idosos e pessoas portadoras de necessidades especiais. E qual é a estrutura que o SUAS deve ter – uma rede de centros de atendimento e apoio às pessoas, semelhante aos postos de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS).

O ministério do Desenvolvimento Social acredita que vai precisar de algum reforço orçamentário para seguir todos os dispositivos da nova lei. A estrutura da rede SUAS ainda precisa chegar a 0,5% das cidades brasileiras, por exemplo. Para este ano, o ministério dispõe de R$ 43 bilhões. Em 2005, início de implantação do SUAS por meio de uma portaria, o orçamento era de R$ 16 bilhões.

Ao sancionar o SUAS, a presidenta Dilma Rousseff disse que a lei será “determinante” para o “êxito” do programa federal de tirar 16 milhões de pessoas da miséria. “A estrutura brasileira de assistência social será a base para as ações de busca ativa e para o cadastramento das famílias ainda não incluídas no cadastro único”, afirmou Dilma, no ato de sanção da lei.

A “busca ativa” citada por Dilma é a procura que o Estado brasileiro fará por 800 mil famílias que o governo acredita terem direito ao Bolsa Família mas não recebem. Essa ação faz parte do programa de combate à miséria. Ao descobri-las, o governo irá inscrevê-las no Cadastro Único do Bolsa Família, que hoje tem 21 milhões de famílias, das quais 13 milhões têm direito ao pagamento.

Para a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, o programa de combate à miséria e a lei do SUAS “trazem para o centro da agenda do País a prioridade de superar a extrema pobreza”.

segunda-feira, 25 de julho de 2011


Mercado de trabalho Pedagogia

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professora

Atualmente, além de atuar em escolas, o profissional pode trabalhar em empresas de recursos humanos, editoras e até em museus e jardins zoológicos. Isso mesmo. Ele pode chefiar a equipe de monitores desses locais, montar a programação e ajudar a produzir as explicações sobre cada item. Engana-se quem acha que lugar de pedagogo é só na sala de aula.
Nos colégios, a área em que o pedagogo está mais presente é como professor de educação infantil e do primeiro ao quarto ano do ensino fundamental. Ele pode também trabalhar como coordenador pedagógico ou diretor da instituição.
Segundo a Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, a profissão está desvalorizada. “Antes, ser padre, prefeito ou professor dava prestígio”, diz Silvia Colello, professora da Universidade. “Hoje, as pessoas não respeitam mais tanto o professor”. Mas ela completa: “É o desafio de se envolver em uma causa que vale a pena”.
Sobre o mercado de trabalho, a afirmação freqüente entre pedagogos é que existe um paradoxo na profissão. “A qualidade do ensino está muito precária no Brasil. Se houvesse salas de ensino infantil e fundamental com até 20 alunos, a educação seria melhor e haveria mais empregos, pois aumentaria o número de salas de aula”, critica Selma Garrido Pimenta, pró reitora da graduação da USP e autora do trabalho”Pedagogia e Pedagogos: Caminhos e Pespectivas”.
Uma saída para as dificuldades do mercado de trabalho é perceber que o trabalho não está só na sala de aula. Ensinamentos para idosos, por exemplo, é uma área que está crescendo bastante.
Um mito, é achar que ser pedagogo é ensinar as quatro operações matemáticas e a ler e a escrever. Ser pedagogo é tão legítimo quanto ensinar um estudante de qualquer idade. O pedagogo dá a base que o aluno vai usar por toda a vida.

http://pedagoletras.wordpress.com/2009/03/17/mercado-de-trabalho-pedagogia-2/

domingo, 17 de julho de 2011


Serviço Social e Educação: uma união que é necessária

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1. Quem é o profissional de Serviço Social?
O Serviço Social é uma profissão que foi regulamentada no ano de 1993, com a Lei nº 8.662, com o intuito de contribuir para a construção de uma ordem social, política e econômica mais igualitária.É uma profissão que desenvolve seu trabalho junto a população, independentemente da classe social em que esta se insere.
O Assistente Social está capacitado, sob o ponto de vista teórico, político e técnico, a investigar, formular, gerir, executar, avaliar e monitorar políticas sociais, programas e projetos nas diversas áreas, inclusive na Educação.
Realiza consultorias, assessorias, capacitação, treinamento e gerenciamento de recursos; favorece o acesso da população usuária aos direitos sociais e trabalha em instituições públicas, privadas, em organizações não governamentais e junto aos movimentos populares.

2. Inserção do Assistente Social na Educação
O Assistente Social trabalha no sentido educativo de revolucionar consciências, de proporcionar novas discussões, de trabalhar as relações interpessoais e grupais. Assim, o profissional de Serviço Social, por possuir preparação técnica-metodológica diante das situações da questão social, demonstra a real necessidade da sua atuação dentro das escolas enquanto um profissional ativo diante da equipe interdisciplinar.
Dessa forma, a inserção do assistente social na escola se faz de forma que possa contribuir com a problemática social perpassada no cotidiano escolar – alunos, professores, profissionais da escola, pais, sociedade – através de encaminhamentos, orientações, informações e projetos que possam promover a cidadania.
É no contexto do espaço escolar que ocorre a articulação entre os profissionais da educação e o Assistente Social, uma vez que este contribui no sentido de subsidiar e auxiliar a escola como um todo, integrando os profissionais no enfrentamento de diversas questões.
Vale ressaltar que o Assistente Social, inserido na escola, não desenvolve ações que substituem aquelas desempenhadas pelos profissionais tradicionais da área de Educação. Ele atua de forma que ponha em prática as ações que lhe são dadas para propiciar uma maior segurança (física e psicológica) para o aluno no ambiente escolar.
Assim, pensar a ação do Assistente Social na escola é pensar na melhor forma de contribuição nas diversas áreas que integram a área de Recursos Humanos escolar, tais como: Aluno, Família, Equipe Pedagógica, Equipe de Apoio, além de Relações Públicas Interna e Externa.

3. Ações do Assistente Social na Escola

Alunos
• Elaboração de projetos;
• Elaboração de subprojetos relacionando temas atuais;
• Ajudar na melhoria no aprendizado do aluno;
• Realizar trabalhos individuais e grupais;
• Auxiliar na melhoria nas relações sociais;
• Elaboração de Portfólios;
• Auxiliar na Adaptação e readaptação dos alunos;
• Promoção de palestras sócio-educativas;
• Acompanhamento aos vestibulandos.

Família
• Facilitar o fluxo de demanda de pais na escola;
• Organizar, coordenar e ministrar palestras educativas com temas relacionados à família e escola;
• Realizar atendimentos individuais e grupais orientando nos assuntos relacionados com as dificuldades no convívio familiar, problemas emocionais, escolares, etc.

Equipe pedagógica e equipe de apoio
• Elaboração de Plano de Trabalho da equipe, contemplando ações/projetos para os diferentes segmentos da comunidade escolar, considerando as especificidades do território
• Encaminhamentos a outros profissionais;
• Demonstração de situações cotidianas a serem resolvidas;
• Melhoria na integração entre eles mesmos e perante a sociedade;
• Relaxamentos;
• Combate ao Stress, Preconceitos e Desestímulos;
• Auxilio na melhoria na qualidade do trabalho;
• Acompanhamentos às profissionais gestantes;
• Atendimento individual, resgatando sua história de vida;
• Coordena trabalho de grupo;
• Reuniões com profissionais.

Relações Públicas (Interna e Externa)
Atua de forma que promova a comunicação entre os membros da escola, além de servir enquanto elo entre a escola e a sociedade, se fazendo presente na marketing da instituição. Dessa forma, o assistente social desenvolve atividades como a criação e desenvolvimento de jornal escolar, de forma que promova a aproximação entre os membros da escola, mostrando, não só internamente como externamente, as atividades e experiências vivenciadas. O jornal escolar é uma atividade de enriquecimento curricular, aberto a todos os alunos interessados em participar. Tem como finalidade estimular o espírito crítico e interveniente e a noção da responsabilidade e da capacidade de transformação que cada aluno tem em relação à escola e ao meio. Além de sensibilizar os alunos para a importância da informação no exercício da sua cidadania, desenvolve a utilização da língua portuguesa como instrumento de construção do conhecimento e da cultura. o que promove um gosto pela leitura e pela escrita. Dessa forma, o jornal fomenta a cooperação e a autonomia na realização de tarefas e experimenta diferentes meios e modelos de informação.

4. Conclusão
Enfim, o Assistente Social, atuando no campo da educação escolar, irá participar, orientar e construir com todos os que estão inseridos no processo educativo. Isso ocorre porque esse profissional desenvolve seu trabalho de forma que promova o acesso, a permanência e o aproveitamento escolar dos alunos na escola, contribuindo na construção de uma educação de qualidade, que vise a preparação para o exercício pleno da cidadania, atuando nos diversos fatores sociais. A atuação do Assistente Social na Educação volta-se para identificar e atender as demandas provenientes da questão social que perpassa o cotidiano do campo educacional.

Leia mais em: http://www.webartigos.com/articles/56154/1/Servico-Social-e-Educacao-uma-uniao-que-e-necessaria/pagina1.html#ixzz1SN6UOUOe

22 de agosto

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Dia do Folclore homenageia a cultura popular brasileira

Entre os seres sobrenaturais do folclore, o mais popular é o Saci
Em 1965, o Congresso brasileiro oficializou o dia 22 de agosto como o Dia do Folclore, numa justa homenagem à cultura popular brasileira. A palavra folclore tem origem no inglês antigo, sendo que "folk" significa povo e "lore" quer dizer conhecimento, cultura.





  • Confira álbum com personagens do folclore brasileiro








  • O folclore brasileiro, portanto, é a cultura de nosso povo e não há nada mais nacional do que ele. Afinal, ele é precisamente o conjunto das tradições culturais dos conhecimentos, crenças, costumes, danças, canções e lendas dos brasileiros de norte a sul. Formada pela mistura de elementos indígenas, portugueses e africanos, a cultura popular brasileira é riquíssima.

    Na área musical, por exemplo, são inúmeros e muito variados os ritmos e melodias desenvolvidos em nosso país. É o caso do frevo, do baião, do samba, do pagode, da música sertaneja... Há ainda as danças típicas das festas populares, como o bumba-meu-boi, o forró, a congada, a quadrilha e - é claro - o próprio carnaval, um verdadeiro símbolo de nosso país.

    Um dos aspectos mais interessantes do folclore brasileiro, porém, são os seres sobrenaturais que povoam as lendas e as superstições da gente mais simples. O mais popular é o Saci, um negrinho de uma perna só, que usa um barreta vermelho, fuma cachimbo e adora travessuras, como apagar lampiões e fogueiras ou dar nó nas crinas dos cavalos.

    Mas há vários outros seres fantásticos em nosso folclore: o Curupira, um anão de cabelos vermelhos, que tem os pés ao contrário; a Mula-sem-cabeça, que solta fogo pelas narinas; a Boiúna, cobra gigantesca cujos olhos brilham como tochas; e o Lobisomem, o sétimo filho homem de um casal, que vira lobo nas sextas-feiras de luas cheias, entre outros.

    Você já conhece os personagens de nosso folclore? Então, faça o teste.

    Sugestão de leitura:
    Caso queira conhecer as histórias dessas fantásticas criaturas, você pode procurar as obras do folclorista Luís da Câmara Cascudo ou dois livros sensacionais de Monteiro Lobato: "Saci, o Moleque Sapeca " e "Cuca, a Bruxa do Capoeirão".
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